#observadores

I Wanna Rock!

Qual é o lugar mais roqueiro que você conhece em São Paulo? Aposto que muitos pensam na Galeria do Rock.
E de fato é um lugar que tem muito rock’n roll, além de outras culturas, por exemplo do hip hop. 

Mas você sabia que pode conhecer toda a história da nossa querida galeria de graça? A Galeria do Rock Walking Tour está aí para abrir os nossos olhares sobre o lugar, além de te levar para lugares “secretos”.

Fizemos esse passeio e a experiência foi  incrível. Vale a dica para o fim de semana, além de aproveitar para realizar umas comprinhas.

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Do que você mais gosta da galeria do rock? Quais histórias você tem pra contar sobre esse lugar?

#10 Stop, Look, Listen, Feel: Busque Soluções Duradouras

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Nossa técnica final surge na sequência da recomendação anterior para buscar inspiração a partir desses especialistas com vasta experiência de desenterrar grandes observações. Jane Suri argumenta que um bom observador deve procurar soluções flexíveis e duradouras. Nem tudo requer uma reforma total e as vezes o simples é o melhor. 

A chamada para procurar ideias duradouras nos levam a reconsiderar alguns dos melhores observadores do passado. Um autor literário que fez uma virtude de descrever a vida comum que se desenrola no espaço público foi o francês Georges Perec (1936-1982). 

Em espécies de espaços e outras peças (1974), Perec instruiu seus leitores na forma de ver o que é negligenciado na cidade. Ele encorajou-os a praticar pela ocasionalmente tomando notas do que vêem, de preferência usando algum tipo de sistema.

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Perec escreveu que, se você não notar qualquer coisa, é porque você não aprendeu a observar. “Você deve tentar mais lentamente, quase tola. Obrigue-se a escrever o que não é de interesse, o mais banal, comum, incolor.” A vida na cidade pode parecer banal e fugaz, e, portanto, de acordo com Perec, o observador deve olhar e tomar o tempo necessário para realmente ver a mediocridade desdobramento no espaço público.

Em 1970, o lendário urbanista e profissional de pessoas observador de William “Holly” Whyte formado, um grupo de pesquisa revolucionária pequena chamou o projeto Street Life e começou a investigar os curiosos dinâmica dos espaços urbanos. Sua obra, que pode ser vista através do documentário “A vida Social de Pequenos Espaços Urbanos" 

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"Se há uma lição de streetwatching é que as pessoas gostam de princípios - e, como ambientes de ir, uma rua que é a céu aberto e cheio de pessoas ea vida é um lugar excelente para ser. "Estes são apenas dois exemplos, mas ambos servem para enfatizar a importância de fazer a maior parte da riqueza de experiência e conhecimento de alguns dos observadores mais lendários do passado.

#8 Stop, Look, Listen, Feel: Sintonize-se Com os Padrões Culturais

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Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a oitava dica: 

A oitava técnica para observação efetiva é entrar em sintonia com padrões culturais. Explorar as regras não escritas de um grupo social, um bairro ou de uma cultura é um desafio, porém enriquecedor. 

Como observadores procuramos encontrar significado e temáticas em diversas situações. Como seres humanos, somos programados para se conformar. Em uma série de experimentos famosos, o psicólogo Solomon Asch pediu aos participantes para completar o que acreditavam ser uma tarefa perceptual simples. 

Eles foram convidados a escolher uma linha que combinava com uma entre outras três linhas diferentes. Quando perguntado individualmente, os participantes escolhia a linha correta. Quando perguntado na presença de outros “participantes” que foram previamente informados sobre o estudo e que intencionalmente selecionaram a linha errada, cerca de 75% dos participantes se conformaram ao grupo pelo menos uma vez. 

Esta experiência é um bom exemplo da influência normativa; participantes mudaram sua resposta e se adaptaram ao grupo, a fim de evitar ficar fora. Em nossas vidas diárias, pode ser difícil pensar como um observador externo, mas há uma série de coisas que você poderia fazer para ser mais que umalien em sua própria cultura.

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(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

#7 Stop, Look, Listen, Feel: Descubra a Experiência Emocional

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Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a sétima dica: 

O poder de empatia talvez nunca tenha sido tão necessário, poderoso e ainda tão difícil de alcançar. Por esta razão melhorar nossas habilidades de observação exige cada vez mais a necessidade de conectar-se a emoções e sentimentos humanos para encontrar as respostas que o design ou comunicação precisam suscitar. Isto pode incluir a maneira como as pessoas se comportam em filas ou criam espaços pessoais em bancos de parque. 

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É importante observar não apenas para perceber o que as pessoas estão fazendo, mas para realmente tentar entender o que está influenciando o seu comportamento. Quais são as necessidades e motivações que estão por trás de suas ações. 

Você pode presenciar o comportamento, se manter distante e ser bastante objetivo sobre isso, mas por não sermos apenas cientistas com pranchetas, também podemos ter uma noção, uma sensação, e chega a um porquê. Muitas vezes nós fazemos isso automaticamente. 

Os seres humanos são seres sociais e indivíduos empáticos. Temos a capacidade de entender e se conectar com outras pessoas – o que a ciência tem dito amplamente aos pesquisadores para evitar, por não ser uma prática objetiva. Mas, como Jane Suri sustenta, é um dos instrumentos científicos mais sensíveis que temos: fazer esta conexão com outras pessoas para entender “por que eles estão fazendo isso?” em um nível mais profundo.

(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

#6 Stop, Look, Listen, Feel: Revele O Que é Intuitivo

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Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a sexta dica: 

A sexta técnica de observação é revelar o que é intuitivo. Ela argumenta que precisamos nos treinar para ser mais conscientes de reações espontâneas e subconscientes. Exemplos: ao puxar uma porta para abri-la em vez de empurrá-la, ao andar no mesmo ritmo que os outros. 

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Algo que pode ajudar nisso é ter uma compreensão de alguns dos princípios básicos da psicologia comportamental. Esta crescente área de pesquisa mostra como nós muitas vezes operamos no piloto automático na maioria do tempo. Nossa tendência comportamental de aderir ao fluxo reflete uma verdade fundamental sobre a maneira como nossos cérebros são construídos.

 Dos 10 milhões de bits de informação que cada um de nossos cérebros processa a cada segundo, apenas cerca de 50 bits são dedicados ao pensamento deliberado – ou seja, 0,0005%. Fomos feitos para não estarmos vigilantes todo o tempo. Fomos programados para evitar a tomada de decisões contínua. 

Suri dá algumas dicas de como nós, como observadores podemos treinar-nos a ser mais presentes e atentos ao nosso próprio comportamento, bem como ao dos outros. Ela afirma que “auto-documentação é outra técnica que usamos. Mantenha um diário a cada vez que usar a máquina de lavar, por exemplo (já que estávamos falando sobre isso), e tire fotos. 

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Vamos ficar muito conscientes sobre o processo. Estar cientes do que tem sido até agora bastante automático. Vamos nos tornar mais conscientes”. EmThe Death and Life of Great American Cities (1961), Jane Jacobs escreveu no prefácio de suas descrições da vida pública, recolhidos principalmente a partir de seu próprio bairro de Greenwich Village, em Manhattan: “Por favor, olhe atentamente para cidades reais. 

Enquanto você está olhando, você também pode ouvir, refletir e pensar sobre o que você vê“. De acordo com Jacobs você deve tomar um tempo para refletir sobre o que você está absorvendo – atenção: utilizando todos os seus sentidos. Certamente o sentido da visão é fundamental para observação, mas isso não significa se fechar aos outros sentidos; pelo contrário, significa focar a nossa atenção e observar o ambiente que percorremos inconscientemente todos os dias.

(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

#5 Stop, Look, Listen, Feel: Cultive a Curiosidade

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Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a quinta dica: 

Nossa próxima técnica para melhorar a capacidade de observação é estimular a curiosidade. Ser um observador curioso é algo para o que os seres humanos já estão programados. Em seu livro sobre a história da espionagem, o antropólogo John Locke afirma que “nós, seres humanos temos um desejo forte e contínuo de expor e vivenciar momentos particulares da vida dos outros.”

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O sociólogo Richard Sennett argumenta que voyeurismo tem uma conotação negativa, mas que a vida seria insuportável se nós só soubéssemos sobre pessoas que conhecemos intimamente. 

Um dos fatores mais importantes no desenvolvimento de nossa curiosidade é a nossa capacidade de fazer as perguntas certas. A pesquisa mostra que a quantidade de perguntas feitas atinge seu auge na idade de 4 ou 5 anos para, em seguida, cair de forma constante, quando as crianças passam a frequentar a escola (onde as respostas são mais valorizadas do que as perguntas) e ao se tornarem adultos. 

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No momento em que estamos no local de trabalho, muitos de nós perdemos o hábito de fazer perguntas fundamentais sobre o que está acontecendo ao
nosso redor. Suri encoraja-nos a fazer perguntas “ingênuas” e amplas que vão além das suposições automáticas. Isso pode ser estendido para estimular a compreensão da diferença entre comunicação dialógica e comunicação dialética. 

A comunicação dialógica requer o exercício das habilidades auditivas - ouvir mais do que falar, e ao falar, na verdade questionar e sondar, produzindo empatia e curiosidade.

(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

#4 Stop, Look, Listen, Feel: Busque Situações Extremas

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Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a quarta dica: 

Uma forma muito útil de compreender a relação e experiências que as pessoas têm com os objetos e seu ambiente é procurar situações extremas. 
Isso nos permite buscar experiências para além do que já sabemos ou vivemos no nosso dia-a-dia, a fim de perceber algo novo.

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Usuários intensos muitas vezes podem ter um relacionamento mais complexo ou íntimo com objetos ou espaços, podendo revelar mais do que usuários moderados. Seus exemplos específicos nos permitem ver padrões, temas e condições limítrofes em torno da experiência que pode não ser trivial.

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Suri argumentou que isso pode depender muito de cada projeto, por isso é difícil falar de forma geral. “Digamos que estamos projetando uma máquina
de lavar roupa; podemos visitar alguém que lava roupas profissionalmente, alguém que é responsável pela lavagem de peças delicadas, em um lugar onde a água é um recurso precioso ou onde as pessoas lidam com situações de extrema sujeira – ou seja, situações que podem ser de alguma maneira invisíveis.

#3 Stop, Look, Listen, Feel: Foque nas Ações

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Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a terceira dica:

Ao discutir a importância de se concentrar na ação, Suri argumenta que, assim como o livro descreve, há imagens de pessoas, enquanto outras imagens mostram coisas que as pessoas fazem. Todas estas coisas estão conectadas - os objetos e a forma como eles implicam ou provocam comportamentos e significados emocionais. Se entendermos
as respostas emocionais ou comportamentais, estamos mais bem preparados para alterá-las.

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Outro elemento importante para transformar nossas habilidades em uma disciplina é a documentação de nossas observações. O autor francês Georges Perec (1936-1982) em Species of Spaces and Other Pieces (1974) instruiu seus leitores a verem o que é despercebido na cidade. Ele encorajou a prática de tomar notas ocasionais daquilo que vêem, de preferência usando algum tipo de sistema. Perec escreveu que se você não notar qualquer coisa, é porque você não aprendeu a observar. “Você deve tentar de forma mais lenta,
quase ingênua. 

Obrigue-se a escrever o que não é interessante, o mais banal, comum, incolor.” A vida na cidade pode parecer banal e fugaz, e, portanto, de acordo com Perec, o observador deve olhar e tomar o tempo necessário para realmente ver o cotidiano se desdobrando no espaço público.

Perec fala sobre usar um caderno, mas na realidade o nosso caderno e muitas outras coisas estão concentradas em nosso smartphone. Uma grande vantagem disso é que, com o advento das redes sociais, podemos não só compartilhar e colaborar em tempo real com um grupo geograficamente amplo de observadores, mas também podemos ter um registro digital permanente de nossas observações. Fundamental para usufruir dos benefícios de redes on-line é o uso de hashtags que permitem que nossas informações sejam descobertas e compartilhadas com outros.

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Essa forma mais dinâmica de fazer anotações de campo está redefinindo a própria etnografia. Algumas das oportunidades e desafios de tais métodos são abordados neste grande artigo da etnógrafa Tricia Wang.

(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

Stop, Look, Listen, Feel - Introdução

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Esse é o primeiro dia de uma série de posts que faremos sobre como capacidade de observação pode nos inspirar e sobre como podemos desenvolvê-la.

Uma de nossas muitas inspirações para melhorar nossas habilidades como observadores vem do Estúdio de Design Inovador IDEO’s Jane Fulton Suri. 
Ela é a autora do pequeno livro “Thoughtless Acts? Observations on Intuitive Design.” O livro é uma coleção fascinante de ‘snapshots’ (fotos instantâneas), que diz muito sobre as maneiras que nós acidentalmente e intuitivamente criamos soluções para os problemas que encontramos diariamente. 

 

Ela também dá uma ideia do valor de olhar cuidadosamente e conscientemente para as infinitas formas que nós interagimos com as coisas e pessoas ao nosso redor. 

Jane compartilha 10 técnicas que irão te ajudar a prestar atenção, tomar nota e elaborar a solução mais criativa para qualquer projeto. Nos nossos próximos posts, iremos compartilhar algumas das ideias do ‘Thoughtless Acts" com as nossas próprias observações como etnográfos e fotógrafos de rua e algumas atividades que nós achamos que podem lhe ajudar a desenvolver sua própria curiosidade de observar.

Ah, e não se esqueça de nos contar o que você achou :)

(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

Pontos Turísticos de SP Ilustram os Semáforos da Cidade e Servem como Veículos de Comunicação ao Redor do Mundo

Aqui em São Paulo temos cruzado em diversas ruas, semáforos que representam os principais ícones turísticos da cidade, como este abaixo, na Catedral da Sé.

Foto: Reprodução/Pinterest  Ester Rebecchi

Foto: Reprodução/Pinterest Ester Rebecchi

A iniciativa de observação e alteração dos símbolos de semáforos, apesar de ser inédita no Brasil, não é nova. Walking Man Worldwide é uma série de instalações de artes públicas. É uma colagem fotográfica de ícones do tráfego de pedestres de cidades ao redor do mundo, que foi criada pelo artista Maya Barkai. 

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No ano passado, cruzamos com Walking Man em Buenos Aires! A instalação cobriu toda a área do Centro da cidade em múltiplas intervenções, caracterizada com uma combinação de ícones em escala humana e banners de semáforos que celebraram walkability na cidade.

Londres recentemente criou símbolos do mesmo sexo na celebração do orgulho gay em alguns semáforos de pedestres para comemorar o Festival LGBT no mês passado. 

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Um deles representa um homem acompanhado por um parceiro do mesmo sexo em um novo design que se acende durante as travessias de pedestres em torno de Trafalgar Square, em Londres. O casal junta as mãos e um coração se forma entre eles. 

A iniciativa, que foi apoiada pelo prefeito de Londres, vem em um momento particularmente significante para a comunidade LGBT na sequência do maior tiroteio em massa na história dos EUA em uma boate gay de Orlando.

(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

Nossos Perfis Favoritos no Pinterest

O Pinterest é uma plataforma que serve perfeitamente para colecionar fotografias em álbuns públicos, funcionando como um grande quadro de inspiração. Temos alguns perfis favoritos ao redor do mundo, e resolvemos listar 5 deles aqui: 

1. StreetArt

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4. Street

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5. JACE

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(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)