Is it possible to design for thoughtfulness? Why might this be important?

In a fascinating article, Andrew Grimes questions whether we have ever had a moment on the internet when you’ve been forced to stop and think about what you’re doing? 

“Maybe you’ve been surprised. Maybe you’ve stumbled across something new. Maybe you’ve come to see things in a different light. I call such experiences meta-moments: tiny moments of reflection that prompt us to think consciously about what we’re experiencing”


We have posted extensively here about how we individuals and companies have sought to encourage us to adopt more mindful practices. Meta-moments can provide us with space to interpret, understand, and add meaning to our experiences. A little friction in our flow is all we need. A roadblock must be overcome. A speed bump must be negotiated. A diversion must be navigated. Each of these cases involves our attention in a thoughtful way. Our level of engagement deepens. We have an experience we can remember. 

As Grimes argues, our design practices don’t encourage this, though. We distract our users more than we intrigue them. We provide the constant possibility of better options elsewhere, so that users never have to think: “Okay, what next?” Our attention is always directed outward, not inward. And it—not the technology itself, but how we design our interactions with it—makes us dumb.


In the constant game of choice architecture design, in Grimes’s opinion “UXD strives toward frictionless flow: removing impediments to immediate action and looking to increase conversions at all costs. This approach delivers some great results, but it doesn’t always consider the wider story of how we can design and build things that sustain a lasting relationship. With all the focus on usability and conversions, we can forget to ask ourselves whether our online experiences are also enriching and fulfilling”

What do you think? A few more design roadblocks every once in a while could lead to deeper experiences?

(This post comes from our Designing Deeper blog
(Este post foi retirado do nosso blog Designing Deeper) 

Designing for a Better For A Better Work Environment


Whilst many companies may be investing millions in attracting young employees through a range of attention grabbing perks. However research from Oxford Economics, with more than 1,200 executives and non-senior employees across industries, including healthcare, retail, manufacturing, financial services, and the government sector contests this. The majority of the respondents (74 percent) reported that they worked in open-plan offices. A handful had private offices, and the rest split their days between home offices, travel, co-working spaces, or a combination of the three. About half of the respondents were Millennials.

None of the respondents indicated that amenities like free food were most important to them in a work environment. Surprisingly, the study revealed that millennial workers were the most vocal about noise complaints: 74% of people surveyed worked in open offices—a once-popular design strategy that’s seeing more and more backlash. Because of the rising cost of real estate, it’s unlikely that we’ll all receive private offices anytime soon, but there are some design strategies that can mitigate noise and distractions to help people concentrate and get more work done. 

Following up on these findings this article from Fast Company Design offers up ten ideas that might be helpful to help employees focus on their work. Here are some of them which most caught our attention…

1. Think about adjacencies - open meeting areas should be adjacent to circulation or other sound-producing areas. Gather quieter spaces near each other
2. Designate spaces for concentration - more and more people want to be part of a team that is collaborating. They want to see activity. They want to see the mission of the organization happen
3. Offer plenty of choice - quiet zones, similar to that deployed on commuter rails, are becoming more and more popular
4. Consider phone booths - freestanding, acoustically insulated booths
5. Invest in the right furniture - Furniture solutions are a great, cost-effective way to provide acoustical and visual privacy in an open-office environment

Do you believe these strategies are necessary in a work environment? Do you think this could work for you? Do you have any alternative ideas that have helped you focus on your work? 

(This post comes from our Designing Deeper blog)
(Este post foi retirado do nosso blog Designing Deeper)

#5 Stop, Look, Listen, Feel: Cultive a Curiosidade


Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a quinta dica: 

Nossa próxima técnica para melhorar a capacidade de observação é estimular a curiosidade. Ser um observador curioso é algo para o que os seres humanos já estão programados. Em seu livro sobre a história da espionagem, o antropólogo John Locke afirma que “nós, seres humanos temos um desejo forte e contínuo de expor e vivenciar momentos particulares da vida dos outros.”


O sociólogo Richard Sennett argumenta que voyeurismo tem uma conotação negativa, mas que a vida seria insuportável se nós só soubéssemos sobre pessoas que conhecemos intimamente. 

Um dos fatores mais importantes no desenvolvimento de nossa curiosidade é a nossa capacidade de fazer as perguntas certas. A pesquisa mostra que a quantidade de perguntas feitas atinge seu auge na idade de 4 ou 5 anos para, em seguida, cair de forma constante, quando as crianças passam a frequentar a escola (onde as respostas são mais valorizadas do que as perguntas) e ao se tornarem adultos. 


No momento em que estamos no local de trabalho, muitos de nós perdemos o hábito de fazer perguntas fundamentais sobre o que está acontecendo ao
nosso redor. Suri encoraja-nos a fazer perguntas “ingênuas” e amplas que vão além das suposições automáticas. Isso pode ser estendido para estimular a compreensão da diferença entre comunicação dialógica e comunicação dialética. 

A comunicação dialógica requer o exercício das habilidades auditivas - ouvir mais do que falar, e ao falar, na verdade questionar e sondar, produzindo empatia e curiosidade.

(Este post foi retirado do nosso blog Inspiração)

#4 Stop, Look, Listen, Feel: Busque Situações Extremas


Dando continuidade à nossa série de posts ‘Question Everything’ (Questione Tudo), baseada no trabalho do livro “Thoughtless Acts?” de Jane Fulton Suri, e combinada com nossas próprias observações como etnógrafos e fotógrafos de rua, trazemos a quarta dica: 

Uma forma muito útil de compreender a relação e experiências que as pessoas têm com os objetos e seu ambiente é procurar situações extremas. 
Isso nos permite buscar experiências para além do que já sabemos ou vivemos no nosso dia-a-dia, a fim de perceber algo novo.


Usuários intensos muitas vezes podem ter um relacionamento mais complexo ou íntimo com objetos ou espaços, podendo revelar mais do que usuários moderados. Seus exemplos específicos nos permitem ver padrões, temas e condições limítrofes em torno da experiência que pode não ser trivial.


Suri argumentou que isso pode depender muito de cada projeto, por isso é difícil falar de forma geral. “Digamos que estamos projetando uma máquina
de lavar roupa; podemos visitar alguém que lava roupas profissionalmente, alguém que é responsável pela lavagem de peças delicadas, em um lugar onde a água é um recurso precioso ou onde as pessoas lidam com situações de extrema sujeira – ou seja, situações que podem ser de alguma maneira invisíveis.