Arte é também conversa de elevador

Alguns edifícios estão se transformando em palco de experimentações artísticas. Através do conceito “por menos espelho e por mais arte”, o grupo Zupi está sendo curador de um projeto em parceria com uma incorporadora em São Paulo. Em um deles, no bairro do Panamby, o grafiteiro Crânio foi convidado a elaborar uma arte de 80 metros de altura, sua maior peça até então, transformando o movimento do elevador em um momento de apreciação de arte. Além de Crânio outros artistas como Lia Fenix, Tinho e AKN participam do projeto inovador.A Zupi é uma editora multidisciplinar fomentadora de diversos projetos voltados para arte e design passando por revistas, livros, web, exposições e produção do renomado Pixel Show (convenção anual que reúne artistas gráficos de todo mundo para discutir novas ideias e tendências).

Abaixo a arte feita por Crânio e através do link a entrevista com o artista no http://blip.tv/zupi/zupi-tv-2012-entrevista-com-cranio-6083351  Zupi.tv:

"Pense grande, comece pequeno, ande rápido"

Com menos de um ano de vida, a empresa de Caio Braz já foi eleita uma das 20 melhores startups da América Latina.

Ainda menino, o carioca Caio Braz, hoje com 22 anos, alimentava o desejo de mudar, em alguma medida, o mundo. A chave para a ação, contudo, só apareceria anos depois, quando Caio topou com uma frase proferida por Guy Kawasaki, uma das mais importantes figuras do Vale do Silício, polo americano das indústrias de tecnologia: "Tente resolver um problema seu e você estará resolvendo um problema da humanidade". Imediatamente, o jovem se voltou a seus problemas. "'O inglês é o meu problema', pensei. Eu sempre fui bom em matemática, mas não aprendera inglês'." Assim, surgiu o Backpackers, curso on-line do idioma, que utiliza o conceito de edutainment, combinação de educação e entretenimento. Voltado a estudantes das classes C e D, o negócio é rentável e, com menos de um ano de vida, já foi citado como uma das vinte melhores startups – as nascentes empresas de inovação – da América Latina.

De fato, a Backpackers pode empreender mudanças que Caio tanto almejava. Segundo a empresa de recrutamento Catho Online, profissionais que falam inglês têm um incremento salarial da ordem de 18%. "As pessoas das classes C e D precisam, em especial, de capacitação para crescer profissionalmente", diz Caio. "Importantes ferramentas de informação, como a internet, exigem a compreensão do inglês. Para quem não fala o idioma, esse é um mundo em preto e branco."

De família modesta, Caio ingressou em 2007 no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o ITA, uma instituição de excelência, como bolsista da Fundação Estudar – que, neste ano, em parceria com VEJA, promove o Prêmio Jovens Inspiradores, que vai selecionar estudantes ou recém-formados com espírito de liderança e compromisso permanente com a busca da excelência: os vencedores ganharão iPads, bolsas de estudo no exterior e um ano de orientação profissional com nomes de destaque do meio empresarial e político (mentoring).

Um ano depois de entrar no ITA, no curso de engenharia mecânica, Caio criou uma organização de ex-alunos da universidade e os convenceu a investir em projetos em desenvolvimento na instituição. É um modelo de financiamento muito comum nos Estados Unidos, mas ainda raro no Brasil. É também uma maneira de profissionais que se destacam no mercado colaborarem com as instituições que os ajudaram a se formar. Mas Caio queria mudar mais coisas a seu redor.

Mergulhado em discussões sobre responsabilidade socioambiental, decidiu se dedicar ao assunto durante um ano da vida, em 2009. Trancou matrícula no ITA pelo período e seguiu para Santa Catarina com outros 300 jovens com um só objetivo em mente: ajudar a reconstruir seis cidades afetadas pelas enchentes que devastaram parte do estado no ano anterior. Aos 19 anos, palestrava para prefeitos e lideranças regionais sobre gerenciamento e utilização de recursos naturais. Voltou ao ITA transformado. Decidiu levar a responsabilidade social ao mundo dos negócios: buscava não só um projeto que desse lucro, mas algo que exercesse impacto no país.

A inspiração veio do bengalês Muhammad Yunus, pai do conceito de microcrédito – o empréstimo de pequenas quantias de dinheiro a pessoas muito pobres, que teriam dificuldades para levantar qualquer montante em bancos convencionais. Em 1976, quando ainda era professor universitário, Yunus fez a primeira experiência desse tipo ao oferecer 27 dólares a um grupo de 42 artesãos. A soma exígua foi suficiente para que eles comprassem matéria-prima, vendessem sua produção de tamboretes de bambu e garantissem a continuidade do negócio. Animado com as possibilidades que a iniciativa apresentava, o intelectual virou banqueiro no ano seguinte. Fundou o banco Grameen, que significa "banco da aldeia" em bengali, e passou a fomentar a atividade econômica local.

O interesse por Yunus levou Caio a Bangladesh. Também o levou a criar a rede Pólens. Ele enviou um e-mail a cerca de 50 amigos sobre suas ideias e, em seguida, criou uma rede de interessados em criar negócios com objetivo de reduzir a pobreza e, ao mesmo tempo, gerar renda. Atualmente, a rede envolve quase 200 jovens e atende pelo nome de Polinize. O resto da história é conhecida: nasceu a Backpackers, uma parceria entre Caio e dois amigos. "Sei que as minhas ações tiveram um componente fundamental: o estudo. Se eu não tivesse ingressado no ITA, não seria capaz de montar esse negócio. Foram o estudo e o ambiente da universidade que me deram o empurrão para o empreendedorismo e a liderança."

Para aqueles que também pensam em promover alguma mudança no espaço a seu redor, Caio reserva uma outra frase, desta vez proferida por Fábio Barbosa, presidente do Grupo Abril, que publica VEJA. "Pense grande, comece pequeno, ande rápido."

O Prêmio Jovens Inspiradores vai revelar os talentos que serão líderes no Brasil – pessoas que, acima de tudo, querem mudar o mundo onde vivem e fazer a diferença. Inscreva-se!

http://veja.abril.com.br/premio-jovens-inspiradores/index.html

Futebol americano em 2012 terá 40 equipes

“Em três anos somos maiores que esportes que já tem 30 anos no Brasil” - Diz Gerard Kaghtazian, presidente do Coritiba Crocodiles. Em 2011, aconteceram dois principais campeonatos no Brasil, o Touchdown (com 16 times) e a Liga Brasileira de Futebol Americano (12 equipes). Neste ano, a liga deixará de existir e um campeonato unificado será feito, conta o presidente da AFAB (Associação de Brasil), Flávio Cardio. “Teremos algo como 40 times. No Brasil são cerca de 60 equipes completas, mas alguns ainda estão muito no começo”, afirma. E enquanto isto, quatro brasileiros foram escolhidos pela IFAF (International Federation of American Football), entidade dos EUA, para participar de dois jogos, nos dias 27/01 e 01/02, entre os jovens sub-19 da Seleção dos EUA, e um selecionado mundial, em Austin, no Texas. Foram selecionados Victor Cerqueira e Paulo Guimarães, do São Paulo Storm, Caio Lima, do Vasco da Gama Patriotas e Gabriel Chafun, do Botafogo.

E você, o que acha do futebol americano ganhando cada vez mais espaço no território brasileiro?

MetroChange

MetroChange é um novo sistema projetado para fazer uso do último pedaço de mudança na velha Nova Iorque MetroCards doando para a caridade. Todos os anos, cerca de USD 52 milhões são perdidos pelos usuários de pagamento de Nova Iorque MetroCard sistema quando eles substituem os cartões antigos que ainda têm uma pequena quantidade de valor remanescente. Com o objetivo de colocar esse dinheiro que sobra para uma melhor utilização, MetroChange é um novo sistema projetado para capturar a última parte da mudança em cartões antigos e doá-lo para a caridade em seu lugar.

Uma vez que o preço do transporte público especificadamente em São Paulo não foi bem aceito pela população (Os interessados em saber mais http://http://www.redebrasilatual.com.br/blog/blog-na-rede/documentario-vai-mostrar-manifestacoes-contra-aumento-da-tarifa-em-sp/?searchterm=None ) MetroChange agora está buscando parceiros para ajudar a tornar a sua plataforma de caridade em uma realidade, de acordo com um post recente em seu blog. E se o Brasil se envolve-se em tal ação?

Website: www.metrochange.org Contact: hello@metrochange.org

In Brazil, grocery delivery site helps shoppers find the best prices

Igluu from Iglu on Vimeo.

Atualmente focada em São Paulo e Rio de Janeiro, Igluu em breve começará a oferecer receitas no site, bem como, com links fáceis de todos os ingredientes necessários. Hora de trazer um serviço semelhante para compradores no resto do mundo?

Website: www.igluu.com.br Contact: www.igluu.com.br/contato

Social TV - an instant, global anecdotal example

Its a trueism that once you begin to get interested in a subject your radar is instantly more alerted to content across social media. So it is with Social TV at the moment having participated in an event in Brasilia a few weeks ago which was organised by Esporte Interativo. But also discussing it with some clients and aquaintances both in the UK and Brazil in recent weeks. That's the context to the 2 pictures which i have posted here. Facebook posts from Facebook friends on 2 different continents both posting about American Horror Story within hours of each other. It says a lot about the emerging Social TV phenomenon but also about how access to content is shifting and our shift from linear into non-linear schedules: i love the fact that all of Vanessa's friends seem to be on different series at any one point in time.

Como ganhar dinheiro ao encurtar a sua URLs

Em nosso post anterior mostramos que é possível vender o seu tweet ou sua menção no facebook. E as coisas não param por aí. Conseguir dinheiro extra sem nenhum esforço se tornou ainda mais fácil. Da mesma forma como shrtn paga aos usuários para encurtar e compartilhar links produto, por isso baseada no Reino Unido Nov.io faz algo semelhante. Considerando que o serviço shrtn é baseada no marketing da filial, no entanto, Nov.io usa anúncios para fazer suas ligações encurtado gerar receita.

O Nov.io oferece para o consumidor uma taxa que atualmente varia entre USD 0,37 e USD 5,03 por 1.000 visitantes únicos em um período de 24 horas, dependendo do país. Os usuários também obter 20 por cento dos ganhos durante a vida de todos os amigos se referem.

Para saber mais Website: www.nov.io

 

Venda de produtos pelo preço de um tweet

 

Com o objetivo de tornar o valor de um perfil social ainda mais importante, Pay com um Tweet é uma plataforma que permite que os proprietários de conteúdo vender seus produtos em troca de um único tweet em vez de dinheiro.

Desenvolvido por germano-americano Trovão inovadorascomo "um sistema de pagamento social onde as pessoas pagam com o valor de sua rede social." Em outras palavras, ao invés de pagar com a moeda, a intenção é utilizar um produto e depois dizer para seus amigos no Twitter sobre isso.

Após virar sensação, não demoraria muito para nos deparamos com mais uma iniciativa like-minded. Como se na sugestão, vem SocialWhispers , um site que permite a troca de conteúdo on-line para um tweet ou status update no Facebook.

Será que o novo "sussurros social" pode-se tornar a nova moeda de escolha no mundo online?

Tecnologia em sala de aula

A Intel apresentou em São Paulo, nesta quinta-feira, seu primeiro tablet educacional. O dispositivo faz parte da linha Intel Learning Series e foi desenvolvido para atender necessidades de crianças em fase escolar.

O aparelho é o primeiro da categoria desenvolvido exclusivamente para educação. Além de rodar diferentes sistemas operacionais, como Windows ou Android, sua estrutura é reforçada para suportar impactos e é resistente até ao contato com água – afinal, o produto é voltado a crianças. Sua interface também foi pensada de modo a ajudar a interação do aluno.

Classmate – Uma nova versão do PC educativo da Intel também foi apresentada nesta quinta-feira. O dispositivo, distribuído no Brasil através do projeto Um Computador por Aluno (UCA), do governo Federal, ganhou nova roupagem e recursos como saída HDMI e caneta stylus. Além disso, possui um novo sistema que permite ao aluno utilizar a tela sensível ao toque como um caderno. O sistema operacional pode ser escolhido de acordo com as necessidades da escola.

E não satisfeitos com toda a tecnologia pode-se obter muitas maneiras para ajudar as escolas, recentemente, nos deparamos com um exemplo convincente. Kickboard, uma aplicação web nova Gota New Orleans baseada O Chalk, oferece uma solução totalmente personalizável de gerenciamento de dados para os professores.

O Kickboard software web-based ajuda os professores e administradores escolares "coletar e analisar o desempenho acadêmico e comportamental de forma eficiente e em tempo real para que eles possam fazer intervenções apropriadas e oportunas", nas palavras da própria empresa. Para começar a usar o software, a pontuação dos professores de entrada para controlar o domínio dos alunos sobre as competências e as lições. Painéis acadêmicos, em seguida, identificar as habilidades e as lições que precisam ser retaught, bem como os alunos que precisam de tutoria; um painel schoolwide, por sua vez, fornece uma visão panorâmica do desempenho em sala de aula. No vídeo abaixo, Drop the Chalk fundador Jennifer Schnidman explica a premissa em mais detalhes:

Jennifer Schnidman / Drop the Chalk from Andrea Chen on Vimeo.

Com arte e cor, projetos mudam cara da periferia brasileira.

Lembrando do nosso projeto sobre lar o www.brasilathome.com.br que conta como é o lar de muitos brasileiros, vimos essa matéria de envolver estudantes e moradores, onde centros culturais mantidos por ONGs e governos também ajudam a valorizar bairros distantes do centro.

Um exemplo são as Fábricas de Cultura. Até o fim do ano que vem, nove delas estarão instaladas nos bairros paulistanos com os piores Índices de Vulnerabilidade Juvenil, de acordo com a Fundação Seade. As de Vila Curuçá (desde março), Sapopemba (desde junho) e Itaim Paulista (desde setembro) já têm 1,2 mil a 1,4 mil alunos aprendendo música, teatro, artes plásticas, dança, circo e outras atividades em horário invertido ao da escola. Boom. A iniciativa causou um miniboom imobiliário no entorno do campinho. É difícil encontrar casa à venda por ali. "Morava lá para o meião da favela", diz o microempresário Rafael dos Santos Souza, de 33 anos, apontando em direção à antiga moradia. "Há 15 dias mudei para cá (sua casa dá de frente para o campo), porque melhorou muito com os projetos da Casa do Zezinho. Minhas três filhas adolescentes podem brincar na rua tranquilamente." Souza parece feliz na nova moradia. "Se me perguntassem alguns anos atrás, eu ia dizer que queria mudar. Agora, não. Meu bairro é aqui."

O que você acha dessa novidade de um super aquecimento no mercado imobiliário na periferia paulistana?